
Você consegue identificar quando um colaborador simplesmente não leva em consideração o que você acabou de dizer?
Às vezes, temos na equipe alguém com grande potencial, e justamente por enxergar esse potencial, acabamos protegendo essa pessoa em algumas situações. Porém, ao oferecer um feedback ou pontuar um comportamento inadequado, a reação costuma ser aquela expressão típica de descontentamento: balançar a cabeça, fechar a cara, comprimir os lábios, torcer a boca, responder apenas um “tá bom” ou “ok”… e não fazer absolutamente nada para mudar.
Esse tipo de colaborador costuma ignorar informações importantes, demonstra constante antipatia e só parece satisfeito quando recebe exatamente o que deseja. Mostra desinteresse, falta de iniciativa e a mesma postura se repete em tarefas simples e complexas.
Se isso está acontecendo, vale o alerta: talvez você esteja criando “muletas” sem perceber e o impacto disso pode ser devastador para o restante da equipe.
Trata-se, muitas vezes, de pessoas que acreditam merecer tudo, mas não se esforçam para entregar o mínimo necessário.
Por que isso acontece?
Alguns motivos comuns podem explicar esse comportamento:
- Ter recebido tudo muito facilmente ao longo da vida
- Não ter enfrentado desafios significativos na trajetória
- Achar que é tão bom que não precisa se esforçar
- Adotar uma postura de vítima e acreditar que está sempre sendo perseguido
Independentemente da causa, é fundamental avaliar com seriedade se vale a pena manter alguém com esse perfil na equipe. Em times de alta performance, atitudes como colaboração, proatividade, maturidade emocional e boa convivência são indispensáveis.
Se o esforço para tentar desenvolver essa pessoa for maior do que o retorno que ela entrega, talvez seja hora de repensar a permanência dela, especialmente em respeito aos demais membros da equipe.
Como diz a famosa frase:
“Tempos difíceis formam homens fortes; tempos fáceis criam homens fracos.”
E lembre-se:
